Meu "debut" na Jungle Drive
Meu "debut" na Jungle Drive.
Sábado, dia da semi-final da copa do mundo 2006, onde nossos patrícios portugueses conquistaram, com honra, o 4º lugar do mundial, fui conhecer a pista de RC, específica para carros "elétricos", Jungle Drive. O dia estava claro com temperatura agradável e como tem sido freqüente ultimamente, fui de transporte solidário na "ambulância" (como ele mesmo costuma chamar) do Fernando EMAXX, madrugador inveterado, daqueles que quando dizem 10:00h querem dizer 9:50h.
Como não poderia deixar de ser, chegamos ao local antes mesmo do proprietário, Paulo Brito, que por sorte, não demorou nem 5 minutos para chegar. Pessoa extremamente agradável, nos recebeu muitíssimo bem e nos fez sentir a vontade, embora tivesse conhecido o Fernando apenas na ocasião anterior (e a mim, é claro, nem de nome).
O local, embora um tanto desfigurado pela ação do tempo sem uso, pareceu-me bastante promissor e confesso que dei asas a imaginação quando o Paulo nos mostrou as instalações que outrora abrigava até um bar onde as pessoas podiam "molhar o gogó" enquanto aguardavam suas cargas de baterias.
Enquanto aguardávamos a limpeza da pista (sim, havia um rapaz varrendo-a) observei que apesar do espaço onde foi construida não ser exagerado, o traçado foi muito bem planejado, passando a impressão de ser maior do que realmente é. O piso, segundo o Paulo, é de um asfalto especial, sem brita e que à primeira vista, parece bastante lisa. Existem algumas imperfeições, é verdade, mas nada que valha a pena relatar.
O local onde ficam os pilotos é bastante panorâmico e principalmente, amplo. pode-se a qualquer lugar, ter uma visão completa de todos os trechos da pista, sem que se tenha a preocupação de ser atrapalhado por um ou outro piloto míope desastrado que se ponha a sua frente.
A quase desnecessária área dos boxes, é também ampla e bem planejada, agora, se você tiver que usá-la, vai ter que fazer baliza para se manter dentro do estreito corredor de acesso.
Existem paredes de montão, já que a pista foi construída dentro de praticamente uma caixa de concreto e é lá que as tragédias acontecem, um pequeno descuido e "blam", lá se vai alguma peça importante do carro (não é Luciano?). As linha divisórias ou contornos da pista, em concreto, também têm suas malícias e estão sempre prontas a lhe castigar pela imprudência.
Enfim, trata-se de uma pista extremamente técnica, com poucos pontos de ultrapassagem, que pode ser um terror para alguns e pura diversão para outros.
Por mais improvável que pudesse ocorrer, uma coisa muito me lembrou a/o Rodeo Drive. A necessidade de um "kit de sobrevivência" com secos e molhados, porque o mais próximo restaurante ou lanchonete, deve ser acessado de carro.
Tivemos um dia bastante agradável, com poucas quebras, grandes pegas e principalmente um agradável convívio social, com muito besteirol (ah, nisto eu sou bom) e risadas.
Os presentes, em ordem de chegada, se o cérebro não me faltar, foram, eu, Fermaxx, Paulo Brito, Flavio (que rodou a ilha inteira e gastou uma fortuna de celular pra conseguir chegar no local), Brás, Betson e Betinho (este garoto vai botar todo mundo no chinelo), Carlos e por último (a chegar), o Luciano.
Não faço e nunca fiz, segredo que prefiro queimar nitro a Ampères mas depois deste sábado na Jungle Drive, a distância ficou bastante estreita.
Até a próxima (e que seja próxima mesmo). NILTON GAVIÃO
Sábado, dia da semi-final da copa do mundo 2006, onde nossos patrícios portugueses conquistaram, com honra, o 4º lugar do mundial, fui conhecer a pista de RC, específica para carros "elétricos", Jungle Drive. O dia estava claro com temperatura agradável e como tem sido freqüente ultimamente, fui de transporte solidário na "ambulância" (como ele mesmo costuma chamar) do Fernando EMAXX, madrugador inveterado, daqueles que quando dizem 10:00h querem dizer 9:50h.
Como não poderia deixar de ser, chegamos ao local antes mesmo do proprietário, Paulo Brito, que por sorte, não demorou nem 5 minutos para chegar. Pessoa extremamente agradável, nos recebeu muitíssimo bem e nos fez sentir a vontade, embora tivesse conhecido o Fernando apenas na ocasião anterior (e a mim, é claro, nem de nome).
O local, embora um tanto desfigurado pela ação do tempo sem uso, pareceu-me bastante promissor e confesso que dei asas a imaginação quando o Paulo nos mostrou as instalações que outrora abrigava até um bar onde as pessoas podiam "molhar o gogó" enquanto aguardavam suas cargas de baterias.
Enquanto aguardávamos a limpeza da pista (sim, havia um rapaz varrendo-a) observei que apesar do espaço onde foi construida não ser exagerado, o traçado foi muito bem planejado, passando a impressão de ser maior do que realmente é. O piso, segundo o Paulo, é de um asfalto especial, sem brita e que à primeira vista, parece bastante lisa. Existem algumas imperfeições, é verdade, mas nada que valha a pena relatar.
O local onde ficam os pilotos é bastante panorâmico e principalmente, amplo. pode-se a qualquer lugar, ter uma visão completa de todos os trechos da pista, sem que se tenha a preocupação de ser atrapalhado por um ou outro piloto míope desastrado que se ponha a sua frente.A quase desnecessária área dos boxes, é também ampla e bem planejada, agora, se você tiver que usá-la, vai ter que fazer baliza para se manter dentro do estreito corredor de acesso.
Existem paredes de montão, já que a pista foi construída dentro de praticamente uma caixa de concreto e é lá que as tragédias acontecem, um pequeno descuido e "blam", lá se vai alguma peça importante do carro (não é Luciano?). As linha divisórias ou contornos da pista, em concreto, também têm suas malícias e estão sempre prontas a lhe castigar pela imprudência.Enfim, trata-se de uma pista extremamente técnica, com poucos pontos de ultrapassagem, que pode ser um terror para alguns e pura diversão para outros.
Por mais improvável que pudesse ocorrer, uma coisa muito me lembrou a/o Rodeo Drive. A necessidade de um "kit de sobrevivência" com secos e molhados, porque o mais próximo restaurante ou lanchonete, deve ser acessado de carro.
Tivemos um dia bastante agradável, com poucas quebras, grandes pegas e principalmente um agradável convívio social, com muito besteirol (ah, nisto eu sou bom) e risadas.Os presentes, em ordem de chegada, se o cérebro não me faltar, foram, eu, Fermaxx, Paulo Brito, Flavio (que rodou a ilha inteira e gastou uma fortuna de celular pra conseguir chegar no local), Brás, Betson e Betinho (este garoto vai botar todo mundo no chinelo), Carlos e por último (a chegar), o Luciano.
Não faço e nunca fiz, segredo que prefiro queimar nitro a Ampères mas depois deste sábado na Jungle Drive, a distância ficou bastante estreita.Até a próxima (e que seja próxima mesmo). NILTON GAVIÃO



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